domingo, 30 de setembro de 2012

Serro

Serro

Longe

Paraty-mirim

Fim de tarde

Tiradentes

Visitando : Trindade


Trindade é uma área privilegiada de incrível beleza natural, com praias, trilhas, quedas d'águas, rios, formações rochosas e o visual da Mata Atlântica, situada dentro de uma área de proteção ambiental - APA.

  
 Verdadeiro paraíso ecológico, cercado por serra e por mar, que atrai turistas de todas as partes do Brasil e do mundo.

Fundo de quintal

Tiradentes

Visitante

São Lourenço

Arte popular

Oficina de Agosto

Roteiro ( xii)


Mariana - Santa Bárbara : 69 km

sábado, 29 de setembro de 2012

Lanche reforçado


Nem só em terra, pó e lama

Passa Quatro (Foto de L. Calumby)

Testemunho real


Recomendações (x)


*** - Santa Bárbara, MG

Fatos e versões


Traços

Ouro Preto

Passagem real


Visitando : Carrancas


Carrancas, também conhecida como a terra das cachoeiras, preserva sua história à beira da Estrada Real
Arte UOL
Fazendas centenárias, cachoeiras globais e um povo simpático, pronto pra um dedo de prosa desapressado. Não há cara feia que resista aos encantos de Carrancas, no sul de Minas Gerais. De tão fascinante, a natureza desta tranquila cidadezinha já serviu como locação de novelas e minisséries. E também pode ser um cenário maravilhoso para suas próximas férias.

As atrações ficam dentro de propriedades particulares, espalhadas pela zona rural. O acesso é fácil, qualquer carro de passeio roda sem problemas pelo chão firme e batido de terra vermelha. Também, pudera, desde os tempos coloniais a região tem tráfego constante, pois está na rota da Estrada Real. A mesma por onde passaram toneladas de ouro e diamantes antes de serem embarcados para Portugal nos séculos 18 e 19. Hoje, a via histórica faz parte dos passeios; é caminho de grutas, cavernas e mais de cinquenta quedas d'água. Um verdadeiro parque aquático, naturalmente instalado numa zona de transição entre mata atlântica e cerrado. Imaculada, a mata é refúgio de espécies ameaçadas de extinção como lobos-guará, onça parda, tucanos, papagaios e siriemas.

Para conhecer os lugares mais bacanas (e não se perder nas trilhas), contrate um guia numa das agências locais. Os roteiros são divididos por "complexos", reunindo atrações próximas e atividades para o dia todo. Prepare o fôlego, as botas de caminhada e comece pelos clássicos, como mergulhar no poço da Esmeralda, uma espécie de aquário gigante com tonalidade surreal. Pertinho da cidade, há um dos melhores passeios, o complexo da Toca. É possível chegar a pé, só não se esqueça de levar uma boa lanterna para explorar os 400 metros da gruta homônima. Ainda por ali, pule (com cuidado) no poço do Coração - e nade com os batimentos acelerados pela forte correnteza. Já no complexo da Zilda, seja corajoso e entre pela Racha (da Zilda), uma espécie de cânion formado por enormes paredões de pedra; a entrada, com o rio se afunilando numa passagem estreita de rochas, exige disposição de contorcionista. Uma vez superada esta etapa, siga em frente nadando entre o que parecem ser fundos de panelas gigantes. A cachoeira, escondida no salão final, é o melhor momento do dia. Ao final da aventura, um legítimo feito de Indiana Jones, fica impossível descrever ou fotografar a experiência como ela realmente é.

Outro lindo lugar, por sinal cartão postal da cidade, é a Cachoeira da Fumaça, a única em terras públicas. Por muitos anos, suas águas forneceram luz para a cidade através de uma pequena usina hidroelétrica. Mas atenção: apesar da beleza convidativa, é imprópria para banhos, pois além de possuir um traiçoeiro sumidouro, o ribeirão que a abastece, recebe o esgoto da cidade alguns quilômetros antes da formosa queda d?água. Uma injustiça à altura de seus 22 metros. O incrível é que no mesmo complexo, a poucos passos da linda, porém poluída Fumaça, outro ribeirão forma a deliciosa cachoeira Véu da Noiva, esta com águas cristalinas.

Somando-se à natureza superlativa, o turismo rural em Carrancas tem um efeito de máquina do tempo, afinal, pouca coisa mudou desde que os primeiros colonos chegaram em 1718. Uma visita às antigas fazendas dá uma boa impressão de como era viver num mundo girando em rotação mais lenta e saudável, além da sensação de estar no meio de uma gravação da novela "A Escrava Isaura". Quer entrar no set? No Hotel Fazenda do Engenho, com mais de 250 anos, paredes grossas de pau a pique, piso de tábuas largas e um incontável acervo de objetos antigos, como uma vitrola de corda (funcionando perfeitamente) e um primitivo telefone de manivela fazem dali um autêntico museu feito de peças que tiveram uso real na fazenda. Outra construção imponente chama a atenção de quem segue pela Estrada Real em direção a Cruzília. É a sede da Fazenda Traituba, de 1821, propriedade da família Junqueira há seis gerações. Na majestosa Casa Grande, construída para recepcionar o Imperador D.Pedro I, é possível imaginar a enorme quantidade de escravos necessária para "tocar" os trabalhos diários. Seu interior conserva um oratório em estilo barroco e grande parte do mobiliário original. E ainda 14 dormitórios, duas cozinhas, corredores imensos e numa das sete salas, uma bela liteira, oRolls Royce dos transportes daquela época.

Um mar de montanhas envolve o precioso patrimônio natural e histórico do município, incluindo serras de nomes curiosos como Luminárias, Broas, Bicas e Carrancas - nesta última, contam os antigos, uma rocha com formato de duas caras feias deu nome ao lugar. No relevo acidentado, com altitude média de 1000 metros, a temperatura cai fácil durante a noite, por isso, independentemente da época, tenha sempre um bom agasalho à mão. O tempo fica mais firme entre maio e agosto, e apesar das cachoeiras estarem geladas, faz um calorão danado durante o dia, garantindo o sucesso dos passeios. Por outro lado, de setembro a abril são registradas 80% das precipitações. Mesmo assim, podem ocorrer "veranicos", períodos de seca entre janeiro e fevereiro. Seja quando for, reserve pelo menos três dias para desfrutar desta encantadora cidadezinha mineira. Como uma deliciosa refeição preparada em fogão à lenha, a viagem tem aquele gostinho bom de última mordida, uma vontade de "quero mais".


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Como as curvas da estrada

Santa Bárbara

Perspectiva

São João del Rey (Foto de L. Calumby)

Visitando : Santa Rita Durão

O pequeno povoado nasceu com um dos maiores grupos de prospecção que invadiram o sertão mineiro no começo do século XVIII. A localidade que hoje se chama Santa Rita Durão teve primitivamente o nome de “Inficionado”, palavra que é uma variante de “Infeccionado”. Essa antiga denominação lhe foi dada pelos paulistas, no começo do século XVIII, por volta de 1702 e 1703, diante da circunstância de encontrarem pouco ouro e de baixo teor nas águas do curso d’água local. O primeiro explorador da região foi Salvador Faria Albernaz. A primeira matriz foi substituída por outra, definitiva, construída por iniciativa do sargento-mor Paulo Rodrigues Durão, e foi benzida em 28 de maio de 1729. Durão teve um filho ilustre, o Frei de Santa Rita Durão, natural daquela paróquia. Nascido em 1720, foi o precursor da Literatura Brasileira e autor de um dos maiores poemas épicos brasileiros: “Caramuru”. 

2. Via de Acesso 

Pode-se chegar até o distrito através da Estrada Real, que passa por Camargos e Bento Rodrigues, ou pela MG-129, rodovia que liga Mariana a Santa Bárbara. O trajeto é bem sinalizado. Aconselhamos ir por uma estrada e voltar por outra. Santa Rita Durão possui transporte regular para Mariana e Santa Bárbara três vezes ao dia. 

3. Atrativos Culturais e Naturais 

- Matriz de Nossa Senhora de Nazaré. 

- Igreja de Nossa Senhora do Rosário. 

- Casa com Rótulas, na Rua do Rosário, em Santa Rita Durão. 

- Bento Rodrigues, subdistrito que foi importante centro de mineração do século XVIII. A Estrada Real atravessa o centro urbano, ligando-o à Santa Rita Durão e a Camargos; 

- Cachoeira do Ouro Fino: queda d’água de 15 metros, com lago de 5x3 metros e profundidade máxima de 1,5 m, localizada no subdistrito de Bento Rodrigues; 

- Cachoeira do Retiro do Piracicaba: Cercado por urna mata densa, o local tem três lagos e urna cachoeira com queda de 15 metros. 

Arte popular

Bichinhos

De pousos e repousos


Símbolos

Ouro Preto

Namoradeira nas nuvens


Roteiro (xi)


Ouro Preto - Mariana : 9 km

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

De volta ao passado

Tiradentes

Visitando : Museu da Inconfidência


Ouro Preto – Minas Gerais
O Museu da Inconfidência nasceu da motivação do governo Getúlio Vargas e de alguns intelectuais da época de se resgatar a memória da luta por um Brasil autônomo, unido e independente. Assim, o sentido de liberdade poderia não apenas ser preservado, mas revivido por cada visitante que por aqui passasse. A missão foi cumprida e, depois de anos de existência, pesquisa e uma reforma que culminou no aparelhamento da instituição com as novidades do século XXI (vinte e um), o Museu da Inconfidência está aberto para o público para contar um pouco desta história para as pessoas.
O ACERVO
Com apenas um clique, o internauta poderá já no primeiro andar do prédio mergulhar no universo da antiga e próspera Vila Rica. O visitante verá que mais do que uma cidade, uma obra de arte urbana motivada por uma opulenta sociedade que se formou em torno da política de exploração do reino português. Através de objetos e documentos vemos como uma fartura se esvaia nos impostos abusivos taxados pela coroa formando o quadro motivador para a jovem sociedade mineira alimentar um profundo estado de indignação e revolta e consequente desejo de liberdade.
Subindo as escadas, o visitante também poderá ver de perto o primeiro momento da arte brasileira sob influência sacra e traço barroco. As peças expostas trazem uma dimensão mais humana da cultura e da estrutura de criação artística da época. A originalidade dos seus criadores forma o diferencial enriquecedor, pois supera todas as limitações e jugo colonial. Descobrimos que a madeira, a prata e a pedra sabão refletem, portanto, de forma indireta, as ideias de liberdade da conjuração mineira.
O MUSEU
Além de toda exposição do passado, o Museu da inconfidência é uma instituição afinada com o seu tempo. Ele promove a identidade, a memória e a cultura através de um laboratório de conservação e restauração, um auditório e a Sala Manoel da Costa Athaíde, que recebe exposições de artistas contemporâneos. No anexo III, na Casa da rua do Pilar, funcionam ainda a Biblioteca, com cerca de 20 mil volumes; o Setor Pedagógico, que desenvolve atividades que estimulam o exercício da cidadania e a valorização do patrimônio histórico; os serviços administrativos; o Arquivo Colonial (40 mil processos judiciais que tiveram curso no período colonial, o Acervo Curt Lange de originais da música colonial, documentos sobre a Inconfidência, sobre processo eleitoral, etc) e os setores de documentação e pesquisa e de musicologia.

Janela de bar

Paraty

Longe do shopping, mais perto da inocência

Catas Altas

Recomendações (ix)


**** - Pousada Recanto das Girafas, Cunha, www.recantodasgirafas.com.br

Pausa para descanso


GPS colonial


Visitando : Serro


Serro é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2004 era de 21.869 habitantes.

Município rodeado por serrasmorrosrios e cachoeiras, o Serro se apresenta como excelente destino para os apreciadores do turismo histórico e ecológico. 

Situada no centro-nordeste de Minas Gerais, na região central da Serra do Espinhaço, Serro fica a 230 quilômetros de Belo Horizonte. É também uma importante Cidade do Caminho dos Diamantes e da Estrada Real, uma herança das minas que atraíram os Bandeirantes paulistas e nordestinos no século XVIII.

Além das belezas naturais e das minas, o Serro possui um rico patrimônio histórico-cultural. O município hoje conta com diversos hotéis e pousadas. O turista pode contar com apartamentos, serviços, deliciosos cafés-da-manhã e guias para percorrer a região.

Fonte : Wikipedia

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lobo Guará

Santuário do Caraça

Geometria

Diamantina

Guardião

São João del Rey

Visitando : Museu da Casa dos Contos

A Casa dos Contos, um dos mais prestigiados monumentos do barroco mineiro atualmente, está localizado em Ouro Preto, MG. 

Construída entre 1782 a 1784, serviu inicialmente como residência a João Rodrigues de Macedo, proprietário da casa, e Casa dos Contratos, do arrematante da Arrecadação Tributária das Entradas e Dízimas. Nessa mesma época, serviu como esconderijo para os membros da Inconfidência Mineira. Durante a repressão à Inconfidência Mineira, a casa serviu para acomodar as tropas do vice-rei, e de prisão para os inconfidentes com elevados títulos sociais. 

Em 1792, Macedo, em grande dívida com a Real Fazenda, transferiu a casa para esta, que a transformou em sede da administração e contabilidade pública da Capitania de Minas Gerais e mudou seu nome para Casa dos Contos. 

Entre 1820 a 1844, a casa foi ampliada, incorporando à Casa dos Contos a Casa de Fundição do Ouro e a Casa da Moeda, para poder exercer a função de Secretaria da Fazenda no mesmo local ocupado pelo Tesouro Nacional. 

No ano de 1897, enquanto o monumento recebia várias modificações, a casa passou a ser ocupado pelos Correios e pela Caixa Econômica. Em 1970, a Prefeitura Municipal ocupou o prédio. 

Por fim, no ano de 1973, o Ministério da Fazenda assumiu novamente o imóvel e o transformou em um Centro de Estudos do Ciclo do Ouro, com a finalidade de mostrar a história econômico-fiscal do Ciclo do Ouro. Após o Ministério da Fazenda assumir o local e transformá-lo em museu, diversos acervos históricos foram filmados, fotografados e escritos, com o objetivo de disponibiliza-los para pesquisas e elaborações de trabalhos sobre o Ciclo do Ouro, a história de Minas Gerais e do Brasil.

Formações


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Pontes e passagens (ii)

Parque Estadual de Biribiri

Pontes e passagens

(Foto de L. Calumby)

Rua acima

São João del Rey

Visitando : Cachoeira do Tabuleiro


A cachoeira do Tabuleiro fica no distrito de mesmo nome, pertencente à cidade mineira de Conceição do Mato Dentro a cerca de 180 km de Belo Horizonte. É a terceira maior cachoeira do Brasil com 273 metros de queda livre, em meio a um paredão de pedras.
cachoeira do tabuleiro
Vista da Cachoeira do tabuleiro na trilha
Para se chegar à cachoeira o viajante precisa fazer uma caminhada por 1 hora e meia, andando boa parte pelo leito do rio, se for épocas de chuva a caminhada pode ser ainda mais difícil. A cachoeira impressiona pelo seu tamanho e dependendo da época o volume de água é grande impressionando ainda mais. Já na época de estiagem, a cachoeira pode ficar com um volume de água pequeno, a água desaparece em meio a queda, mesmo assim é muito bonito de se ver, em qualquer época vale e muito visitar a cachoeira do Tabuleiro. Na base da cachoeira se encontra um poço incrível para banho é bom lembrar que ele é bem fundo. É possível também fazer um passeio e chegar a cachoeira em sua parte alta, esta caminhada é mais demorada, mas muito bela, em cima da cachoeira tem o rio que forma diversas piscinas naturais.
Fonte : www.guiadoviajante.com

Roteiro (x)


Congonhas - Ouro Preto : 84 km

Fim de tarde

Ouro Preto

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Recomendações


**** - Diamantina, Minas Gerais

Vila colonial

Catas Altas

Casarões

Diamantina

Água de beber


Arte naif

Milho Verde

Saboreando : Feijão tropeiro


A palavra "tropeiro" deriva de tropa, numa referência ao conjunto de homens que transportavam gado e mercadoria do Rio Grande do Sul até os mercados de Minas Gerais, na época do Brasil colônia.

A alimentação dos tropeiros era constituída por toucinho, feijão preto, farinha, pimenta-do-reino, café, fubá e coité (um molho de vinagre com fruto cáustico espremido).

Nos pousos eles comiam feijão quase sem molho com pedaços de carne de sol e toucinho que era servido com farofa e couve picada. Assim surgiu a original receita do feijão tropeiro, prato simples, composto de alimentos não perecíveis que podiam ser carregados por longos dias de viagem, e preparados por homens em acampamentos improvisados.

O prato é rico em proteínas, ferro e vitamina C, e conferiu força e vitalidade para esses homens que passavam dias e dias desbravando matas numa longa viagem a cavalo para cumprirem suas obrigações.

Ao oferecer um prato de feijão tropeiro à uma criança, aproveite para contar um pouco da história do nosso país. Com certeza ela vai querer ficar forte e corajosa como os tropeiros que além de participarem da história, nos deixaram por legado esse delicioso prato de feijão.

FEIJÃO TROPEIRO POR DONA LUCINHA NUNES

INGREDIENTES

500gr de feijão carioca ou roxinho
200gr de farinha de mandioca
200gr de toucinho de porco ou bacon
1 concha de gordura de porco
1 colher de sal com alho
1 cebola média em cubinhos
4 dentes de alho picadinhos
5 ovos
cheiro verde (salsa e cebolinha) a gosto

Modo de Fazer

Cozinhar o feijão e reservar.
Fritar os ovos e reservar.
Fritar o bacon e reservar.
Na mesma panela que fritou o ovo e o bacon, acrescentar a gordura de porco, o alho, a cebola e o sal.
Refogar o feijão, deixando ferver por uns 5 minutos.
Acrescentar a farinha de mandioca aos poucos. Depois de pronto colocar o bacon e por último os ovos e o cheiro verde.
Acompanhar de lingüiça caseira e couve refogada.

Subindo morro

(Foto de L. Calumby)

domingo, 23 de setembro de 2012

Visitando : Caraça (ii)


O Colégio do Caraça

Vista do Colégio do Caraça no século XIX, pintura do Museu da Inconfidência
Ruínas do Colégio do Caraça com Montanha do Caraça ao fundo
D. João VI entrega as terras e o eremitério à Congregação da Missão (Padres Lazaristas), cujos primeiros membros - Padres Leandro Rebelo Peixoto e Castro e Antônio Ferreira Viçoso - chegaram ao Brasil em 1820. De imediato, os padres transformam o eremitério em Colégio.
Aqui começa a época de glória da Serra do Caraça. O Colégio se caracterizou por sua seriedade e disciplina. Com períodos de pleno desenvolvimento, mas igualmente com fases de decadência, tornou-se referência do ensino para a elite de todo o Brasil. Dois futuros presidentes da República aí fazem seus estudos - Afonso Pena e Artur Bernardes - e outros tantos ex-alunos se tornaram governadores de estado, senadores e deputados, altas autoridades eclesiásticas.
No século XIX, o colégio foi visitado pelos Imperadores Dom Pedro I e Dom Pedro II, cujas impressões ainda podem ser vistas no Museu do Colégio ou ainda na Biblioteca.
Na segunda metade do século XIX, a velha Igreja do Irmão Lourenço, que se tornara demasiado pequena para o número de alunos do Colégio é substituída por outra, mais ampla, em estiloneogótico. Nela se pode contemplar a gigantesca e magnífica tela com o tema da "Última Ceia" do pintor mineiro Mestre Manuel da Costa Ataíde. Aí se encontram igualmente o corpo embalsamado de São Pio Mártir, um soldado romano martirizado, belos vitrais de procedência francesa e o órgão de tubos instalado pelo padre Luís Boavida, marceneiro e músico.
No início de século XX, o Colégio é transformado em "Escola Apostólica" (seminário) da Congregação da Missão. O Santuário foi tombado pelo IPHAN em 1955, conforme o Livro Histórico - Inscrição: 309, 27.01.1955 e Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico - Inscrição 015-A , 27.01.1955.
O Colégio funcionou até 1968, quando um incêndio destruiu parte das instalações destinadas aos alunos. Tal sinistro destruiu igualmente parte do precioso acervo da Biblioteca.
O prédio queimado foi magnificamente restaurado em 2002, aí sendo alojados um curioso museu da vida colegial e a preciosa biblioteca, que conta no seu acervo com obras únicas dos séculos XVIXVIIXVIII e XIX.

Fonte : Wikipedia

Santuário

Santuário do Caraça

Visitando : Caraça (i)


A Ermida do Caraça

Na segunda metade do século XVIII, um misterioso personagem, conhecido como Irmão Lourenço de Nossa Senhora, se instala na Serra, tendo como objetivo a fundação de um eremitério, visando o fortalecimento da vida religiosa no interior da capitania. Supõe-se que o misterioso religioso, irmão leigo da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, fosse um refugiado político português ligado à famosa "Revolta dos Távoras", tentativa de assassinato do rei D. José I de Portugal, reprimida a ferro e fogo pelo Ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, o célebre Marquês de Pombal.

No seu testamento, Irmão Lourenço se declara natural de onde os Távora tinha um morgadio São João da Pesqueira e seu simbolismo é evidente: Caraça, segundo dicionários antigos portugues, significa uma sacada onde pessoas foram queimadas e o nome Lourenço é de um santo que morreu na fogueira.

O certo é que em pouco tempo, Irmão Lourenço conseguiu, não sem a ajuda do governo colonial, edificar um monastério e uma igreja em estilo barroco, concluída em 1779, bem como reunir em torno de si uma comunidade religiosa que chegou a contar com 12 eremitas. Desde então o Caraça tornou-se lugar de peregrinação. Irmão Lourenço morre em 1819, deixando sua fundação em herança ao Rei Dom João VI.

Fonte : Wikipedia

Banho frio

Parque Estadual do Biribiri

Visitando : Museu das Reduções


O Museu das Reduções, localizado em Amarantina, distrito de Ouro Preto, apresenta réplicas dos edifícios de cada período histórico do Brasil, desde os mais rebuscados e complexos, até os modernos projetos da capital do país. São cerca de 20 monumentos reduzidos.

Nos trabalhos, é possível notar o detalhamento na construção. As sacadas de prédios, como a Casa dos Contos de Ouro Preto, é feita com primor. A Fazenda Resgate, da cidade de Bananal, em São Paulo, está retratada com os detalhes dos vasos, janelas e luminárias. Na Fortaleza dos Reis Magos, de Natal, até mesmo os canhões foram lembrados.

O projeto do Museu das Reduções nasceu com os irmãos Sylvia, Evangelina, Décio e Ênnio Alves de Vilhena. O trabalho começou com a aposentadoria dos quatro irmãos. Ênnio é o artesão-mor. É dele a criação da técnica da construção, as ferramentas para os arremates, as grades feitas peça a peça, o engradamento dos telhados em madeira e muito mais.

Sylvia é a responsável pelas esculturas em pedra sabão, colunas, relevos e todo o trabalho em pedra. Evangelinafotografou os monumentos e é a responsável pela coordenação da equipe. Ela também dirige a Escola de Artesanato. Décio faz toda parte de madeira do trabalho. São portas, caixilhos de 1 mm de espessura e janelas almofadadas.

Participaram também do Projeto, na parte de pintura, Paulo Versiani, Yeda Wanderley e Jorge Prata.

Localização: Rua São Gonçalo, 131 - Distrito de Amarantina
Tel.: (31) 3553.5182
Visitação: Diariamente (exceto às terças), das 9h às 17h
Ingresso: R$ 8 (há meia-entrada para estudantes, idosos e crianças acima de 6 anos)

Composição

Tiradentes

sábado, 22 de setembro de 2012

Milho Verde


Milho Verde é uma pequena vila, sede de distrito no município do Serro, no estado de Minas Gerais, situada na região do Alto Jequitinhonha, próxima à nascente deste rio. 
Arraial criado no início do século XVIII, originou-se da lavra de minerais preciosos de Manuel Rodrigues Milho Verde, natural da Província do Minho, em Portugal, e abrigou um posto de fiscalização da entrada e saída no Distrito Diamantino. 
De aspecto e modo de vida tradicionais, com casario e igrejas antigas cercados de montanhas de pedra e cachoeiras da Serra do Espinhaço, e afastada da velocidade e tecnologia do mundo moderno, Milho Verde veio a se tornar um dos cartões-postais de Minas Gerais, sendo muito visada pela atividade turística e atraindo um grande número de novos moradores, com impactos diversos para a população local. Distante poucos quilômetros de Diamantina, integra roteiros turísticos de cunho histórico, cultural e ecológico, tais como o da Estrada Real.

A história do lugarejo é enriquecida por fatos como a descoberta dos primeiros diamantes da região e o batizado de Chica da Silva. Apresenta bela paisagem, com ampla vista de vales, serras e do Pico do Itambé. A vegetação é de campos rupestres e de altitude, além de cerrado, típicos da região, entremeada por inúmeros cursos de água. As casas são simples e as ruas estreitas, muitas totalmente invadidas por grama verde durante a maior parte do ano.
Milho Verde tem na igrejinha de Nossa Senhora do Rosário, construída em barro e madeira, ao mesmo tempo uma atração e um símbolo. São várias as opções de cachoeiras e passeios pelas serras, além da tradicional comida caseira, queijosdocescachaçasvinhos e licores de produção artesanal, principalmente nas épocas das frutas típicas da região.