segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Baianidade colorida

Paraty (Foto de L. Calumby)

Receita mineira : Costelinha de porco com maçã

INGREDIENTES:

- 3kg de costelinhas de porco
- 1/2kg de cebola
- 8 maçãs.

 

MODO DE PREPARO:

Tempere de véspera as costelinhas e deixe dormir na geladeira, cobertas com plásticos, para não dar cheiro na geladeira. Refogue a costelinha normalmente na panela até ficar bem cozida. Apertando de vez em quando para ficar bem moreninha e adicionando água aos poucos para não secar. Quando estiver cozida, prepare à parte um bom molho de cebolas cortadas em rodelas. Monte em um pirex: Uma camada de rodelas de maça bem finas, com casca e sem semente ; A segunda camada com um pouco de molho de cebola ; A terceira camada com as costelinhas. Por cima das costelinhas, repita o molho de cebolas, e por último, coloque nova camada de rodelas de maçãs. Leve ao forno quente para gratinar. Retire quando as maçãs já estiverem assadas, o que dura mais ou menos 15 minutos. Esta receita dá bem para pirex grandes.

Anjos, santos e altares

Caraça

Santa Bárbara

Tiradentes

Na ponta do pé

Oficina de Agosto, Bichinhos

Roteiro (xvi)


Serro - Diamantina : 61 km

Formas à moda antiga

Museu do Caraça

Recomendações (xiii)


*** - Pousada Maria Flor, São Lourenço, http://pousadamariaflor.com/

Caminho dos Escravos

Diamantina

Águas

Parque Estadual do Biribiri

A lenda de São Gonçalo



São Gonçalo do Rio das Pedras é um distrito de Serro (Minas Gerais), situado no alto Jequitinhonha, lugar paradisíaco, de arquitetura colonial, com acesso por estradas de terra. 

Existem várias opções de hospedagem, como a primeira pousada criada na cidade, o Refúgio dos Cinco Amigos, Pousada do Capão, Pousada do Pequi, Pousada Fundo de Quintal e a Pousada Mirante do Vale. 

Com a presença de cachoeiras nas cercanias e o horizonte granítico da Serra do Espinhaço, é um lugar para descanso e contemplação.

[editar]Lenda de São Gonçalo

Conta-se que há muito tempo atrás duas crianças brincavam em uma goiabeira onde está hoje a Matriz de São Gonçalo do Rio das Pedras. Ao decorrer da brincadeira, as crianças encontraram uma imagem. Seus pais, ao verem aquela imagem, perceberam que era a de um santo. Como não existia nenhuma igreja no povoado, levaram-na em romaria para outro local mais perto, Milho Verde, onde havia uma capela. Mas o Santo pareceu nao ter gostado nada da ideia e voltou para o mesmo lugar embaixo da goiabeira. No outro dia, as crianças voltaram a encontrar a imagem no mesmo local. Apavorados, chamaram seu pais. Eles ficaram impressionados ao verem o santo no mesmo lugar de antes. Novamente reuniram-se em romaria e levaram a imagem ao Milho Verde. Em sua caminhada, os romeiros perceberam as pegadas pequenas que havia na estrada e que sugeriam serem do próprio santo. Percebendo o acontecido, decidiram respeitar a vontade do santo, trazendo-o de volta e construindo a igreja Matriz de São Gonçalo no local de sua aparição.

Pedras do caminho

Tiradentes

Fé que gera riqueza

Santa Bárbara

domingo, 7 de outubro de 2012

Estatística : nossos visitantes

Brasil
681
Estados Unidos
377
Alemanha
182
Rússia
25
Holanda
15
Espanha
2
Finlândia
2
Argentina
1
Guatemala
1
Cingapura
1

Fachadas da fé

São João del Rey

Mariana

Mariana


Para escolher o caminho


Chegando ao destino


Lanche mineiro

Foto de O. Calumby

Visitando : Basílica de Congonhas

Congonhas conserva verdadeiras jóias arquitetônicas e preciosidades artísticas. A mais importante delas com certeza é a Basílica de Bom Jesus do Matosinhos e seu entorno.

Santuário Bom Jesus de Matosinhos

Passo da Ceia
São 78 esculturas em tamanho natural, dentre elas 12 profetas dispostos no adro da igreja e confeccionados em pedra-sabão. As outras, em cedro, formam e representam os Passos da Paixão de Cristo. O conjunto de imagens é tão monumental que foi considerado pelo francês Germain Bazin, grande estudioso do barroco mineiro, um dos mais belos da Terra. Ele foi ainda mais longe: acreditava ser "a última aparição de Deus evocada pela mão do homem." E tudo isso no coração de Minas Gerais, distante milhares de quilômetros dos grandes centros europeus formadores da sociedade ocidental.
Tudo começou na segunda metade do séc. XVIII pela iniciativa de um homem encardido pelo pó de minério e impregnado de fé. O português Feliciano Mendes, após se recuperar de uma doença contraída nos muitos anos de labuta nas minas de ouro, decidiu construir um templo em homenagem ao Bom Jesus do Matosinhos, a quem fizera uma promessa. Passou o resto de sua vida coletando esmolas e em 1757 começou a obra, morrendo em 1765 sem vê-la concluída.
Muitos artistas foram contratados e juntaram seus talentos para dar o acabamento À Basílica. Nomes como Manoel da Costa Ataíde, Francisco Xavier Carneiro, João Nepomuceno Ferreira e Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho) tocaram com sua arte o sonho de Feliciano. A igreja recebeu acabamento, pinturas e entre 1777 e 1790 foi construído o adro e suas escadarias. Este adro, a partir de 1796, seria o palco perfeito para o imaginário de Aleijadinho. Os profetas em pedra e os Passos se adequaram harmoniosamente ao espaço e concepção arquitetônica do Santuário.
Entre 1796 e 1805 Aleijadinho deixou o que muitos consideram sua obra-prima. Não estava sozinho. Contava com a ajuda de seus discípulos. Um estudo preciso das 66 estátuas dos Passos demonstram variações que comprovam a intercessão de terceiros. Outro dado importante é que Aleijadinho, nesta época, já estava gravemente mutilado por uma misteriosa doença, que pesquisadores acreditaram ser lepra. Trabalhava com as ferramentas amarradas aos braços. Estudos recentes nas ossadas do artista demonstraram que ele sofria de porfiria. Esta enfermidade é caracterizada por sensibilidade À luz, que desencadeia uma dermatite grave e deformante. A mutilação torna-se extensa, causando a perda dos dedos, partes do nariz, orelhas e cicatrizes nas bochechas e boca, quando expostos À luz.
Profeta Ezequiel
O curioso é que a pintura das estátuas dos Passos só foi iniciada em 1808, com execução do mestre Ataíde e provavelmente também do mestre Francisco Xavier. Indícios permitem afirmar que a pintura dos diversos grupos de imagens era realizada conforme se construíam as capelas que as abrigariam. Uma dúvida surge então: como as três últimas capelas só foram concluídas em 1875, quem teria pintado as estátuas que se encontram nelas?
No livro "Confidências de um Inconfidente", a autora Marilusa Moreira Vasconcelos afirma que Aleijadinho se inspirou nos inconfidentes mineiros (ver "Liberdade ainda que tardia", em "Falando sobre Minas") para compor a fisionomia dos 12 profetas em pedra-sabão. Os semblantes tristes das estátuas e os vários símbolos que elas ocultam, em seus gestos e posicionamento, revelam a angústia e a resposta do artista diante do desfecho trágico da Inconfidência. Verdade ou não este é mais um ingrediente para o fascínio que o conjunto desperta nos milhares de turistas que todos os anos visitam a Basílica.
Profeta Daniel Profeta Jonas

Passo da Crucificação

Horário Basílica: terça a domingo, das 8 às 18 h. Entrada franca.
       Tel: (0xx31) 3731-1591 ou 3731-1590.

Fonte : http://www.congonhas.org.br/port/santuario.asp

Duas janelas

Tiradentes

Caminho do Ouro


O chamado Caminho Velho, ou Caminho do Ouro, era uma das vias que dava acesso à região das Minas Gerais, à época do Brasil Colônia.

O caminho remonta a uma antiga trilha indígena (peabiru), utilizada pelos Guaianás que, do litoral de Paraty, atingia o vale do rio Paraíba, atravessando a serra do Mar. Por esse Caminho dos Guaianás, avançaram as forças de Martim Correia de Sá (cerca de setecentos portugueses à frente de dois mil indígenas) que, partindo do Rio de Janeiro em 1597, desembarcaram na enseada de Paraty, subindo a serra do Mar para combater os Tamoios, aliados dos corsários franceses naquele litoral.

A partir da descoberta de ouro no sertão das Minas Gerais, em fins do século XVII, o seu trajeto alcançava a vila do Falcão (atual Cunha), de onde descia alcançando o vale do rio Paraíba (Guaratinguetá), prosseguindo até Vila Rica(atual Ouro Preto), transformando-se no caminho oficial para o ingresso de escravos na região (ida), assim como para o escoamento do ouro das minas (volta), transportado por via marítima de Paraty para Sepetiba, e daí, por via terrestre novamente, pelos domínios da antiga Fazenda de Santa Cruz, até ao Rio de Janeiro, de onde seguia para Lisboa, em Portugal. Esta via estendia-se por mais de 1.200 quilômetros, percorridos, normalmente, em cerca de 95 dias de viagem. O trecho entre Guaratinguetá e Cunha se tornou a atual rodovia SP-171.

Foi por estas vias que o Governador da Capitania do Rio de JaneiroArtur de Sá e Meneses (1697-1702), se dirigiu ao sertão dos Cataguás e do rio das Velhas, em 1700. Foi a primeira visita de uma autoridade Colonial à recém-descoberta região das Minas.

Por conta do risco de ataque de corsários, de piratas, e de naufrágios, D. João V (1706-1750) recomendou, em 1728, a substituição do trecho marítimo, entre Sepetiba e Paraty. Por essa razão, em meados do século XVIII já existia uma variedade - o Caminho Novo da Piedade - que, partindo do Rio de Janeiro, pelo caminho para a Fazenda de Santa Cruz, alcançava o vale do rio Paraíba, onde entroncava com o Caminho de São Paulo na altura da atual cidade de Lorena.

Fonte : Wikipedia

Torres de Minas





Paraíso escondido


sábado, 6 de outubro de 2012

O Caminho dos Diamantes


O chamado Caminho dos Diamantes foi uma das Estradas Reais surgidas no Brasil em função da mineração, no século XVIII.

Às grandes vias que vinham de São Paulo e do Rio de Janeiro até às Minas, somavam-se trechos regionais, abertos na década de 1730 para o acesso à região diamantífera, entre os quais se destaca esta via - o Caminho dos Diamantes -, estabelecida desde 1729, após a descoberta de diamantes na região do Serro Frio.

O seu percurso ligava a sede da Capitania, Vila Rica (atual Ouro Preto), à sede do distrito diamantífero, o Arraial do Tijuco (atual Diamantina). A partir da Vila Rica alcançava a Vila do Ribeirão do Carmo de onde inflectia para o Norte, rumo ao Tijuco, passando por Catas Altas, Santa Bárbara, Conceição (atual Conceição do Mato Dentro) e Vila do Príncipe (atual Serro). 

Uma variante deste trecho, entre Santa Bárbara e Cocais, conduzia a Sabará, por Vila Nova da Rainha. Por estas vias se dava o abastecimento da região diamantífera, a imigração e o escoamento da sua produção mineral.


Água para quem tinha sede

Diamantina

Ouro Preto


Roteiro (xv)


Conceição do Mato Dentro - Serro : 82 km

Parados no tempo

Biribiri

Beco

Paraty

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Receita : Tutú à mineira com couve e linguiça

INGREDIENTES:

- 1/2 quilo de feijão já cozido e temperado
- 1/2 xícara (chá) de farinha de mandioca
- 1 colher (chá) de tempero caseiro
- 2 ovos cozidos
- 1 quilo de toucinho para torresmos
- 1 quilo de lingüiça.

 

MODO DE PREPARO:

Bater o feijão preparado, com o caldo, no liquidificador. Com o toucinho, fazer os torresmos. Num pouco da gordura dos torresmos, refogar o tempero e adicionar a massa de feijão. Depois, lentamente, mexendo sempre, distribuir por cima, como chuva, a farinha de mandioca até que fique um pirão mole. Juntar o torresmo, os ovos cozidos e a lingüiça. Passar o tutu para uma travessa, guarnecendo-o com couve à mineira e pedaços de lingüiça frita.


Passagem

Diamantina

Do tempo dos Coronéis

Diamantina

Arte popular

Cunha (Foto de L. Calumby)

Recomendações (xii)


** - São João del Rey

Teatro Municipal

Ouro Preto

Visitando : Teatro Municipal de Ouro Preto

Considerado o teatro mais antigo da América do Sul, a Casa da Ópera de Vila Rica, sua antiga denominação, foi construída pelo coronel João de Souza Lisboa, dentro da tradição arquitetônica luso-brasileira. Sua localização, no Largo do Carmo, não lhe dá nenhum destaque entre o casario vizinho.

Edifício de fachada singela, lembra a austeridade da arquitetura civil da época. Apresenta empena frontal, de vaga inspiração neoclássica, em constraste com aberturas em arco abatido, de tradição barroca, e elementos medievalizantes, óculo quadrilobado e arcaturas acompanhando a cornija da empena. Provavelmente essa aparência de gosto eclético foi adquirida durante a remodelação interna, ocorrida em 1882.

Seu interior, também acanhado, segundo as palavras do viajante francês Saint-Hilaire, constituía-se de quatro ordens de camarotes, encerrados por balaustradas de madeira recortada. A sala de espetáculos, originalmente, era iluminada por velas entre os camarotes.

Ao longo de sua história, sofreu inúmeras reformas, sendo a mais significativa em 1882, quando a estrutura das quatro ordens de camarotes foi também alterada, adquirindo a forma de ferradura e recebendo piso em declive. Todas essas modificações visaram adaptá-lo ás exigências de conforto do século XIX.

Fonte : http://www.ctac.gov.br/tdb/portugues/teatro_ouropreto1.asp

Casarão

Santa Bárbara

Roteiros planilhados da Estrada Real

Veja em http://www.estradareal.tur.br/

Quietude

Paraty-mirim

Porta de Céu




Ouvindo o órgão da Catedral da Sé, em Mariana

http://www.youtube.com/watch?v=0nEKYV2j7fg

Visitando : Catedral da Sé, Mariana


Catedral Basílica da Sé

Por Editoria Férias Brasil 

Apesar da fachada modesta, a Catedral da Sé de Mariana é considerada uma das mais ricas do Brasil. Inaugurada em 1760, exibe lustres de cristal da Boêmia, altares talhados por Francisco Xavier de Brito - mestre de Aleijadinho - e pinturas de Athayde. O grande tesouro, porém, é o órgão alemão produzido em 1701, com 1.039 tubos, sete metros de altura e cinco de largura. A peça funciona com perfeição ainda hoje e atrai moradores e turistas nas manhãs de sexta-feira e domingo, quando acontecem os concertos.

Como antigamente

São Lourenço
Tiradentes


Aldeia

Picinguaba (Foto de L. Calumby)