Caminho fotográfico pela Estrada Real
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
Chegando ao destino
Com esta postagem, chegamos ao final desta bela viagem pelos recantos da Estrada Real. Dezoito dias de estradas e muito lazer. Esperamos que tenham gostado desta pequena amostra divulgada aqui neste quadrado. Até a próxima.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Receita mineira : Costelinha de porco com maçã
INGREDIENTES: | ||
- 3kg de costelinhas de porco
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MODO DE PREPARO: | ||
Tempere de véspera as costelinhas e deixe dormir na geladeira, cobertas com plásticos, para não dar cheiro na geladeira. Refogue a costelinha normalmente na panela até ficar bem cozida. Apertando de vez em quando para ficar bem moreninha e adicionando água aos poucos para não secar. Quando estiver cozida, prepare à parte um bom molho de cebolas cortadas em rodelas. Monte em um pirex: Uma camada de rodelas de maça bem finas, com casca e sem semente ; A segunda camada com um pouco de molho de cebola ; A terceira camada com as costelinhas. Por cima das costelinhas, repita o molho de cebolas, e por último, coloque nova camada de rodelas de maçãs. Leve ao forno quente para gratinar. Retire quando as maçãs já estiverem assadas, o que dura mais ou menos 15 minutos. Esta receita dá bem para pirex grandes. |
A lenda de São Gonçalo
São Gonçalo do Rio das Pedras é um distrito de Serro (Minas Gerais), situado no alto Jequitinhonha, lugar paradisíaco, de arquitetura colonial, com acesso por estradas de terra.
Existem várias opções de hospedagem, como a primeira pousada criada na cidade, o Refúgio dos Cinco Amigos, Pousada do Capão, Pousada do Pequi, Pousada Fundo de Quintal e a Pousada Mirante do Vale.
Com a presença de cachoeiras nas cercanias e o horizonte granítico da Serra do Espinhaço, é um lugar para descanso e contemplação.
[editar]Lenda de São Gonçalo
Conta-se que há muito tempo atrás duas crianças brincavam em uma goiabeira onde está hoje a Matriz de São Gonçalo do Rio das Pedras. Ao decorrer da brincadeira, as crianças encontraram uma imagem. Seus pais, ao verem aquela imagem, perceberam que era a de um santo. Como não existia nenhuma igreja no povoado, levaram-na em romaria para outro local mais perto, Milho Verde, onde havia uma capela. Mas o Santo pareceu nao ter gostado nada da ideia e voltou para o mesmo lugar embaixo da goiabeira. No outro dia, as crianças voltaram a encontrar a imagem no mesmo local. Apavorados, chamaram seu pais. Eles ficaram impressionados ao verem o santo no mesmo lugar de antes. Novamente reuniram-se em romaria e levaram a imagem ao Milho Verde. Em sua caminhada, os romeiros perceberam as pegadas pequenas que havia na estrada e que sugeriam serem do próprio santo. Percebendo o acontecido, decidiram respeitar a vontade do santo, trazendo-o de volta e construindo a igreja Matriz de São Gonçalo no local de sua aparição.
domingo, 7 de outubro de 2012
Estatística : nossos visitantes
Brasil
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681
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Estados Unidos
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377
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Alemanha
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182
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Rússia
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25
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Holanda
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15
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Espanha
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2
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Finlândia
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2
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Argentina
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1
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Guatemala
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1
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Cingapura
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1
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Visitando : Basílica de Congonhas
Congonhas conserva verdadeiras jóias arquitetônicas e preciosidades artísticas. A mais importante delas com certeza é a Basílica de Bom Jesus do Matosinhos e seu entorno.
Muitos artistas foram contratados e juntaram seus talentos para dar o acabamento À Basílica. Nomes como Manoel da Costa Ataíde, Francisco Xavier Carneiro, João Nepomuceno Ferreira e Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho) tocaram com sua arte o sonho de Feliciano. A igreja recebeu acabamento, pinturas e entre 1777 e 1790 foi construído o adro e suas escadarias. Este adro, a partir de 1796, seria o palco perfeito para o imaginário de Aleijadinho. Os profetas em pedra e os Passos se adequaram harmoniosamente ao espaço e concepção arquitetônica do Santuário.
O curioso é que a pintura das estátuas dos Passos só foi iniciada em 1808, com execução do mestre Ataíde e provavelmente também do mestre Francisco Xavier. Indícios permitem afirmar que a pintura dos diversos grupos de imagens era realizada conforme se construíam as capelas que as abrigariam. Uma dúvida surge então: como as três últimas capelas só foram concluídas em 1875, quem teria pintado as estátuas que se encontram nelas?
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Horário Basílica: terça a domingo, das 8 às 18 h. Entrada franca.
Tel: (0xx31) 3731-1591 ou 3731-1590.
Fonte : http://www.congonhas.org.br/port/santuario.asp
Tel: (0xx31) 3731-1591 ou 3731-1590.
Fonte : http://www.congonhas.org.br/port/santuario.asp
Caminho do Ouro
O chamado Caminho Velho, ou Caminho do Ouro, era uma das vias que dava acesso à região das Minas Gerais, à época do Brasil Colônia.
O caminho remonta a uma antiga trilha indígena (peabiru), utilizada pelos Guaianás que, do litoral de Paraty, atingia o vale do rio Paraíba, atravessando a serra do Mar. Por esse Caminho dos Guaianás, avançaram as forças de Martim Correia de Sá (cerca de setecentos portugueses à frente de dois mil indígenas) que, partindo do Rio de Janeiro em 1597, desembarcaram na enseada de Paraty, subindo a serra do Mar para combater os Tamoios, aliados dos corsários franceses naquele litoral.
A partir da descoberta de ouro no sertão das Minas Gerais, em fins do século XVII, o seu trajeto alcançava a vila do Falcão (atual Cunha), de onde descia alcançando o vale do rio Paraíba (Guaratinguetá), prosseguindo até Vila Rica(atual Ouro Preto), transformando-se no caminho oficial para o ingresso de escravos na região (ida), assim como para o escoamento do ouro das minas (volta), transportado por via marítima de Paraty para Sepetiba, e daí, por via terrestre novamente, pelos domínios da antiga Fazenda de Santa Cruz, até ao Rio de Janeiro, de onde seguia para Lisboa, em Portugal. Esta via estendia-se por mais de 1.200 quilômetros, percorridos, normalmente, em cerca de 95 dias de viagem. O trecho entre Guaratinguetá e Cunha se tornou a atual rodovia SP-171.
Foi por estas vias que o Governador da Capitania do Rio de Janeiro, Artur de Sá e Meneses (1697-1702), se dirigiu ao sertão dos Cataguás e do rio das Velhas, em 1700. Foi a primeira visita de uma autoridade Colonial à recém-descoberta região das Minas.
Por conta do risco de ataque de corsários, de piratas, e de naufrágios, D. João V (1706-1750) recomendou, em 1728, a substituição do trecho marítimo, entre Sepetiba e Paraty. Por essa razão, em meados do século XVIII já existia uma variedade - o Caminho Novo da Piedade - que, partindo do Rio de Janeiro, pelo caminho para a Fazenda de Santa Cruz, alcançava o vale do rio Paraíba, onde entroncava com o Caminho de São Paulo na altura da atual cidade de Lorena.
Fonte : Wikipedia
sábado, 6 de outubro de 2012
O Caminho dos Diamantes
O chamado Caminho dos Diamantes foi uma das Estradas Reais surgidas no Brasil em função da mineração, no século XVIII.
Às grandes vias que vinham de São Paulo e do Rio de Janeiro até às Minas, somavam-se trechos regionais, abertos na década de 1730 para o acesso à região diamantífera, entre os quais se destaca esta via - o Caminho dos Diamantes -, estabelecida desde 1729, após a descoberta de diamantes na região do Serro Frio.
O seu percurso ligava a sede da Capitania, Vila Rica (atual Ouro Preto), à sede do distrito diamantífero, o Arraial do Tijuco (atual Diamantina). A partir da Vila Rica alcançava a Vila do Ribeirão do Carmo de onde inflectia para o Norte, rumo ao Tijuco, passando por Catas Altas, Santa Bárbara, Conceição (atual Conceição do Mato Dentro) e Vila do Príncipe (atual Serro).
Uma variante deste trecho, entre Santa Bárbara e Cocais, conduzia a Sabará, por Vila Nova da Rainha. Por estas vias se dava o abastecimento da região diamantífera, a imigração e o escoamento da sua produção mineral.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Receita : Tutú à mineira com couve e linguiça
INGREDIENTES: | ||
- 1/2 quilo de feijão já cozido e temperado
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MODO DE PREPARO: | ||
Bater o feijão preparado, com o caldo, no liquidificador. Com o toucinho, fazer os torresmos. Num pouco da gordura dos torresmos, refogar o tempero e adicionar a massa de feijão. Depois, lentamente, mexendo sempre, distribuir por cima, como chuva, a farinha de mandioca até que fique um pirão mole. Juntar o torresmo, os ovos cozidos e a lingüiça. Passar o tutu para uma travessa, guarnecendo-o com couve à mineira e pedaços de lingüiça frita. |
Visitando : Teatro Municipal de Ouro Preto
Considerado o teatro mais antigo da América do Sul, a Casa da Ópera de Vila Rica, sua antiga denominação, foi construída pelo coronel João de Souza Lisboa, dentro da tradição arquitetônica luso-brasileira. Sua localização, no Largo do Carmo, não lhe dá nenhum destaque entre o casario vizinho.
Edifício de fachada singela, lembra a austeridade da arquitetura civil da época. Apresenta empena frontal, de vaga inspiração neoclássica, em constraste com aberturas em arco abatido, de tradição barroca, e elementos medievalizantes, óculo quadrilobado e arcaturas acompanhando a cornija da empena. Provavelmente essa aparência de gosto eclético foi adquirida durante a remodelação interna, ocorrida em 1882.
Seu interior, também acanhado, segundo as palavras do viajante francês Saint-Hilaire, constituía-se de quatro ordens de camarotes, encerrados por balaustradas de madeira recortada. A sala de espetáculos, originalmente, era iluminada por velas entre os camarotes.
Ao longo de sua história, sofreu inúmeras reformas, sendo a mais significativa em 1882, quando a estrutura das quatro ordens de camarotes foi também alterada, adquirindo a forma de ferradura e recebendo piso em declive. Todas essas modificações visaram adaptá-lo ás exigências de conforto do século XIX.
Fonte : http://www.ctac.gov.br/tdb/portugues/teatro_ouropreto1.asp
Edifício de fachada singela, lembra a austeridade da arquitetura civil da época. Apresenta empena frontal, de vaga inspiração neoclássica, em constraste com aberturas em arco abatido, de tradição barroca, e elementos medievalizantes, óculo quadrilobado e arcaturas acompanhando a cornija da empena. Provavelmente essa aparência de gosto eclético foi adquirida durante a remodelação interna, ocorrida em 1882.
Seu interior, também acanhado, segundo as palavras do viajante francês Saint-Hilaire, constituía-se de quatro ordens de camarotes, encerrados por balaustradas de madeira recortada. A sala de espetáculos, originalmente, era iluminada por velas entre os camarotes.
Ao longo de sua história, sofreu inúmeras reformas, sendo a mais significativa em 1882, quando a estrutura das quatro ordens de camarotes foi também alterada, adquirindo a forma de ferradura e recebendo piso em declive. Todas essas modificações visaram adaptá-lo ás exigências de conforto do século XIX.
Fonte : http://www.ctac.gov.br/tdb/portugues/teatro_ouropreto1.asp
Visitando : Catedral da Sé, Mariana
Catedral Basílica da Sé
Por Editoria Férias Brasil
Apesar da fachada modesta, a Catedral da Sé de Mariana é considerada uma das mais ricas do Brasil. Inaugurada em 1760, exibe lustres de cristal da Boêmia, altares talhados por Francisco Xavier de Brito - mestre de Aleijadinho - e pinturas de Athayde. O grande tesouro, porém, é o órgão alemão produzido em 1701, com 1.039 tubos, sete metros de altura e cinco de largura. A peça funciona com perfeição ainda hoje e atrai moradores e turistas nas manhãs de sexta-feira e domingo, quando acontecem os concertos.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
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